PABX em nuvem é a central telefônica da empresa rodando em servidores na internet, o que torna a localização do fornecedor irrelevante: o que define a qualidade da ligação é o link da sua empresa, não a distância até a nossa sede.
Como uma empresa de qualquer cidade usa o PABX da ERA?
A central telefônica roda na nuvem, então o que a empresa precisa é de internet — não de um técnico na porta. Os ramais funcionam no computador (softphone) ou no celular pelo app, a configuração de URA, filas e horários é feita remotamente junto com o time de implantação, e a operação começa a atender sem obra e sem equipamento novo na parede. É por isso que a distância entre a sua cidade e a nossa não muda o resultado.
Consigo um número com o DDD da minha cidade?
Sim. A ERA fornece numeração com o DDD da praça onde a sua empresa está, para o cliente ver um telefone local ao receber a ligação. Também é possível manter o número que a empresa já usa há anos: a portabilidade traz o número atual para a plataforma, preservando o contato que está no cartão, no site e na cabeça do cliente.
A implantação é presencial ou remota?
A implantação é guiada remotamente em todo o Brasil, com sessões de configuração e treinamento junto ao time da empresa. Em Campinas e região, onde a ERA tem sede própria, o atendimento presencial também está disponível. Na prática, operações inteiras entram no ar sem visita técnica, porque o que existe para configurar é software.
O suporte atende no meu horário e no meu idioma?
O suporte é brasileiro, em português, com time próprio — não terceirizado nem robotizado. A ERA está no mercado desde 2013 e hoje atende, direta e indiretamente, mais de 7.500 empresas, com mais de 150 mil ramais ativos. Escala é o que permite manter suporte de gente de verdade em vez de fila de e-mail.
Trocar de fornecedor de telefonia interrompe o atendimento?
Não, quando a virada é feita em paralelo: a central nova é configurada e testada enquanto a antiga continua atendendo, e o roteamento só muda quando tudo está validado. O ponto que costuma exigir atenção não é a tecnologia, é o inventário — ramais, regras de horário e desvios que ninguém documentou ao longo dos anos precisam ser levantados antes da migração.